
(Seio ou Vulcão Foto de Demetrio Barreto olhares.com)
Vacilam cambaleantes os pés de quem admira
E retém, na retina, a paisagem que mira...
É a vacuidade preenchida do olhar vagabundo
Que parte à ventura, procurar céus na varanda do mundo.
Vale fértil de sagrados onde vagueiam
Mãos invisíveis que tacteiam
Cavando na vaniloquência do majestoso
Uma vala de silêncio mais que verboso.
Veiga de amores onde a imaginação lavra lumes
Vela ao vento, em intimo mar, porque quer navegar
No veio, veia, filão de sensuais perfumes.
Vagidos fervem na vasilha da vida que é vergel
Para as bocas sedentas que se inebriam dele.
Viagem vértice vertigem ao absoluto feminino
Verso infinito, na pluma do poeta, hino
Poesia decote em V.
Ai Mulher! É de vulcão feito, o teu seio!
(Carmen Cupido)
E que lava fervilha dentro deste poema/seio!
ResponderEliminarParabéns Carmen!
Bjs dos Alpes...
minha querida
ResponderEliminarque lindo poema, adorei.
beijinhos
Sonhadora
essa aliteração em V povoa o poema com um vácuo de doce sonoridade. abraço
ResponderEliminarÉ de vulcão feito, o teu seio!
ResponderEliminarbelo e desejado,
nu... incandescente
pronto a ser beijado!
AL
Versos de vicejar a flor da flor da mente em intenso verão...
ResponderEliminarBjs, Carmem, e inté!
Poesia em plena sedução...
ResponderEliminarObrigado pelas palavras que tens deixado no meu recanto
Bjs
Chris
Se o arrepio é vertigem, fiquei na miragem da vertigem... e o seio se pendeu à boca!!! Que Loucura os sentidos desditos nos fazem!!!
ResponderEliminarMaravilha... é isso...