
(Cat’s eye Nebula photo from NASA)
Vidente
O meu vazio
Que se adivinha
Pleno
De ti…
Evidente
Sem ti
Meu ventre
É
Terreno
Baldio
E tu vadio
Vidente
O meu vazio
Que se adivinha
Pleno
De ti…
Evidente
Sem ti
Meu ventre
É
Terreno
Baldio
E tu vadio
Mal
Desprendido
O fio
Corres
Solto
No espaço estelar do poema!
(Carmen Cupido)
BALADA DA MÃE
ResponderEliminarUm filho é como um pássaro: voa.
Depois do amor, depois do ninho,
vem o adeus, a despedida que magoa,
quando, por fim, busca o seu caminho.
A mãe sabe, por isso não são à toa
a provação, o incentivo e o carinho,
que a seu tempo alimenta e doa,
para todas as horas, a rosa e o espinho.
O mundo é agora a sua casa.
- Voa, meu menino, voa alto e além,
onde pode a alma e o olhar de mãe.
E se os ventos forem de feição,
leva-me também o coração
e alarga o céu a golpes de asa.
Beijinho
João
Amo as letras que vertem como água... oh, rio que a vida seja apenas vida...
ResponderEliminarBeijo NSEEAO
Palavras grávidas de sim e de não. De amor. De poesia...
ResponderEliminarUm belo poema, Carmen.
Bjs e inté!
Simplesmente lindo este poema "VIDENTE".
ResponderEliminarParabéns amiga Carmen.
Beijinhos
Isabel
Simples e tão explícito!
ResponderEliminarBjs dos Alpes...
estou a fazer um tempinho antes de ir para as aulas, e, vim até aqui...
ResponderEliminarO Alessandro tem um blog, veja lá o link no texto... Ele é do tempo ou seja do inicio do spaces, foi um dos primeiros a comentar. Já foi à séculos... que séculos!! Mas o rapaz tem jeito, não é? Pena que nunca mais escreveu!!
vidente, tudo vê e até sabe de onde viemos e para onde vamos... sabe de algum?? risos...
beijoca